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Brasil Terras Raras
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Visão geral do método

Sensoriamento remoto, geologia, geoquímica e trabalho de campo reunidos em um ciclo rastreável de investigação mineral.

Um ciclo de evidências

Cada etapa reduz incertezas e informa a seguinte. O método organiza dados públicos disponíveis, observações geológicas e resultados de campo sem confundir uma hipótese de exploração com uma reserva mineral.

  • Ampliar a leitura territorial em múltiplas escalas.
  • Priorizar áreas por convergência de evidências.
  • Validar hipóteses e recalibrar o próximo ciclo.

Quatro movimentos

O método não é uma sequência rígida. É um ciclo em que novas evidências podem revisar prioridades e devolver perguntas às etapas anteriores.

#O que ela informa
01ObservarImagens multiespectrais, modelos de terreno e cartografia ajudam a reconhecer padrões, estruturas e contextos regionais.
02IntegrarDados geológicos, geoquímicos, mineralógicos e territoriais são normalizados e comparados como evidências complementares.
03PriorizarA favorabilidade é examinada pela convergência entre sinais independentes, com critérios explícitos e hipóteses testáveis.
04ValidarObservação georreferenciada, amostragem e análise laboratorial confrontam a hipótese com o terreno e alimentam a próxima iteração.

Critérios em todas as etapas

A tecnologia amplia a capacidade de análise. A qualidade do método depende de como a evidência é interpretada, documentada e testada.

  • Evidência antes da conclusão: Nenhum sinal isolado determina uma decisão. O peso vem da convergência entre fontes independentes.
  • Alvo não é reserva: O método mantém clara a diferença entre área favorável, alvo de investigação, recurso e reserva mineral.
  • Campo fecha o ciclo: Hipóteses digitais ganham valor quando podem ser confrontadas por observação, amostragem e análise.
  • Decisões rastreáveis: Critérios, fontes e revisões permanecem visíveis para que cada prioridade possa ser entendida e reavaliada.