Um ciclo de evidências
Cada etapa reduz incertezas e informa a seguinte. O método organiza dados públicos disponíveis, observações geológicas e resultados de campo sem confundir uma hipótese de exploração com uma reserva mineral.
- Ampliar a leitura territorial em múltiplas escalas.
- Priorizar áreas por convergência de evidências.
- Validar hipóteses e recalibrar o próximo ciclo.
Quatro movimentos
O método não é uma sequência rígida. É um ciclo em que novas evidências podem revisar prioridades e devolver perguntas às etapas anteriores.
| # | O que ela informa | |
|---|---|---|
| 01 | Observar | Imagens multiespectrais, modelos de terreno e cartografia ajudam a reconhecer padrões, estruturas e contextos regionais. |
| 02 | Integrar | Dados geológicos, geoquímicos, mineralógicos e territoriais são normalizados e comparados como evidências complementares. |
| 03 | Priorizar | A favorabilidade é examinada pela convergência entre sinais independentes, com critérios explícitos e hipóteses testáveis. |
| 04 | Validar | Observação georreferenciada, amostragem e análise laboratorial confrontam a hipótese com o terreno e alimentam a próxima iteração. |
Critérios em todas as etapas
A tecnologia amplia a capacidade de análise. A qualidade do método depende de como a evidência é interpretada, documentada e testada.
- Evidência antes da conclusão: Nenhum sinal isolado determina uma decisão. O peso vem da convergência entre fontes independentes.
- Alvo não é reserva: O método mantém clara a diferença entre área favorável, alvo de investigação, recurso e reserva mineral.
- Campo fecha o ciclo: Hipóteses digitais ganham valor quando podem ser confrontadas por observação, amostragem e análise.
- Decisões rastreáveis: Critérios, fontes e revisões permanecem visíveis para que cada prioridade possa ser entendida e reavaliada.
