Como o mapa consome a API
O cliente público consulta o endpoint de bootstrap da API de mapa e recebe um documento JSON. A leitura solicita conteúdo atualizado e declara explicitamente o formato aceito.
Antes de montar as camadas, a aplicação valida a versão do esquema, a versão do snapshot e o caminho dos mosaicos vetoriais. Um contrato incompatível interrompe o carregamento em vez de exibir dados ambíguos.
| Operação | Contrato atual |
|---|---|
| Bootstrap do mapa | GET https://api.brasilterrasraras.com.br/v1/map/bootstrap?client=ownership-color-v1 |
| Formato | application/json |
| Cache no cliente | no-store |
Contrato do snapshot
A resposta identifica a versão e a validade do conjunto publicado. Também apresenta contagens operacionais para que a interface consiga verificar o volume entregue.
- v1
- versão esperada do esquema
- JSON
- formato de resposta
- 3
- estados possíveis por fonte
- schemaVersion: versão esperada do formato.
- snapshotVersion: identificador da publicação carregada.
- generatedAt e expiresAt: geração e validade do snapshot.
- counts: totais de hexágonos detalhados, hexágonos de visão geral, áreas pontuadas, áreas vinculadas e feições.
Camadas e fontes entregues
O snapshot separa dados vetoriais, coleções de feições e sobreposições raster. Cada fonte informa seu estado como pending, ready ou error, permitindo que o mapa indisponibilize somente a camada afetada.
- Estados e registros minerais.
- Recursos do GeoSGB.
- Eventos ambientais e sísmicos.
- Sobreposições raster com seus endereços de mosaicos.
- Caminho dos mosaicos vetoriais usados nas áreas de oportunidade.
Escopo documentado
Esta página descreve o contrato consumido pela experiência pública do Mapa Mineral. Ela não anuncia uma API aberta de uso geral nem concede acesso a operações internas.
